| Quando eu tinha 22 anos namorei minha prima, e
fazia-nos a mesma faculdade. Estudavamos pela manha e eu sempre ia almoçar
em sua casa. Minha tia, esposa do irmão de meu pai, era uma uma
mulher de 48 anos, ela era um mulherão, linda e muito gostosa,
e o que mais atraia, muito fogosa. Meu tio vivia no interior, pois era
vereador. Minha prima/namorada começou um estágio à
tarde, então, depois da faculdade ela ia trabalhar, e eu ficava
em sua casa, só eu minha tia e a empregada. Minha tia sempre
usava saia até o joelho, mas bem justa. E eu não conseguia
tirar o olho de seu belo trazeiro, ela sabia disso. Como o carro ficava sempre na garagem, ela me pedia para leva-la para todo lugar, mas o que eu mais adorava era leva-la à costureira, pois foi lá que eu acabei por ve-la só de calcinha, pela fresta da porta do quarto, onde ela provava as roupas. Confesso que nesse dia meu pau ficou duro e nunca mais baixou por ela. Como ficavamos sempre a sós, ela passou a me pedir algumas coisas, tipo: - ela entrava na despensa e me chamava para pegar uma panela que ficava na prateleira mais alta e bem no fundo da despensa, e eu ia, mas ela não saia e eu acabava emprensando ela, que ficava de costas para mim, encoxava mesmo. Com o tempo passei a ficar com o cassete duro, e quando ela me chamava para pegar algo na despensa, eu pegava bem devagar e ao mesmo tempo ficava encostando o pau duro em sua bunda, e fingia dificuldade só para ficar colado no rabo dela. Sei que ela adorava. Teve uma vez que saí para leva-la em uma loja no centro da cidade e no retorno o carro deu prego e chamei o mecânico, que rebocou o carro para a oficina. Então sugeri que fossemos de taxi para casa, mas ela disse que queria ir de ônibus, como era no final da tarde, todos os ônibus estavam lotados, e nos estavamos muito longe de casa, enfim pegamos um ônibus, após a roleta ficamos em pé, pois estava lotado, ela se posicionou na minha frente e me pediu para que eu ficasse bem perto dela pois sempre existia os tarados, então acabei colando na bunda dela, e como o ônibus balançava muito acabei por segura-la pela cintura com uma das mãos, e ficamos bem encaixados, como o ônibus balançava muito e estava lotado, não pude evitar, e fiquei de pau duro, que no momento estava bem no meio da bunda ela, estava tão duro que não tinha como ela não perceber, quando o ônibus balançava muito eu puxava ela contra meu corpo e espremia meu pau em sua bunda, ficamos assim até chegar em nossa parada. Desde esse dia ela passou a fazer salgadinhos numa mesa da cozinha bem proximo da porta, e não tinha como eu entrar sem rossar em seu rabo, e eu aproveitava e passava bem devagar, e aproveitava e lhe beijava a nuca, e ela as vezes dizia: que beijo gostoso! Até numa noite, faltou luz, e cruzei com ela no corredor, ela passava de costas para mim e nos rossamos, eu não aguentei e lhe abraçei, encaixei o pau já duro em sua bunda e lhe beijei a nuca, ela virou a cabeça e falou bem baixinho em meu ouvido: beijo gostoso. Eu não resisti e lhe abracei e foi levantando sua saia até a cintura e meti minha mão em sua calcinha e fiquei alizando sua buceta, ela me chamou de maluco, mas não se mexeu nada. Eu murmurei em seu ouvido que estava louco para come-la, chupa-la, e mais o que quizesse. Trepamos a primeira vez no sofá numa tarde chuvosa, e trepamos em todo lugar, no carro no meio do mato, na cozinha, na escada do predio, e em muitos lugares. Hoje tenho 43 anos e ela tem 69 anos e continuamos fudendo. |